Fotos de Olavo Bilac – Obras

Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac nasceu no Rio de Janeiro em 1865.

Olavo Bilac iniciou seus estudos no Colégio São Francisco de Paula em 1880 o curso de Medicina (que interrompeu) e o curso de Direito em 1887.

Em 1884 publicou o seu primeiro poema, “A sesta de Nero”, na “Gazeta de Notícias” (jornal carioca) fato que representava toda a glória possível para um candidato a poeta. Mais tarde esse poema foi colocado no seu livro “Poesias”, editado em 1888.

Em 1898 foi nomeado inspetor do ensino público do Rio de Janeiro. Já reconhecido como grande poeta, tornou-se secretário da Conferência Pan Americana do Rio de Janeiro, em 1906, e secretário do prefeito do Distrito Federal em 1907.

Escreveu em quase todas as revistas e jornais importantes do seu tempo e, em 1907, foi eleito “Príncipe dos Poetas Brasileiros”. Participante ativo e requisitado da vida brasileira (e em particular da carioca), Olavo Bilac defendia fervorosamente a abolição da escravatura e os ideais republicanos.

Jornalista de oposição ao governo de Floriano Peixoto, foi perseguido e chegou a ser preso. Quando ganhou a liberdade se exilou em Minas Gerais. Olavo Bilac presenciou a criação da Academia Brasileira de Letras, sendo membro fundador, as campanhas xcívicas pela instrução e pelo serviço militar obrigatório (iniciadas em 1915) e a fundação da Liga de Defesa Nacional (em 1916), campanhas estas que
o levaram a percorrer o Brasil em defesa e propagação dessas idéias.

Ola Bilac morreu em 1918. Olavo Bilac foi uma das mais ricas personalidades da fascinante “bellex époque” à brasileira. Foi poeta boêmio, jornalista polémico, cronista, redator de anúncios e autor de versos satíricos. Bateu se em duelos, foi abolicionista, republicano e antiflorianista. Autor marcado pelo extremo rigor na linguagem e na forma, os seus sonetos são compostos em versos decassílabos perfeitos.

Entre suas obras mais conhecidas estão: poesias (1888), Crônicas e novelas (1894), Crítica e fantasia (1904), Conferências literárias (1906), Dicionário de rimas (1913), Tratado de versificação (1910), Ironia e piedade, crônicas (1916), Tarde (1919), Poesia, org. de Alceu Amoroso Lima (1957).

 

 

 

 

 

 





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